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30ª SIPAT: Riscando o Risco do Mapa

Na 30ª edição da SIPAT, a Pinhalense reuniu suas pessoas para reforçar uma escolha diária: perceber, comunicar e agir antes que um risco se transforme em problema.

Uma cultura de segurança não começa quando algo dá errado. Ela começa muito antes disso! Ela se inicia quando alguém percebe um detalhe que a rotina quase tornou normal, conversa sobre ele e escolhe agir.

Foi com esse olhar que realizamos a 30ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT) da Pinhalense. Com o mote “Riscando o Risco do Mapa”, reunimos colaboradores de diferentes áreas em uma tarde de escuta, aprendizado e reflexão sobre um compromisso que precisa estar presente todos os dias, que é cuidar de si, de quem trabalha ao lado e de cada caminho que construímos juntos.

A programação percorreu diferentes momentos desse compromisso. A palestra Vida Próspera e Segura, com Juliano Ramos abriu espaço para refletir sobre escolhas cotidianas, atenção e bem-estar. Em seguida, Nestor Neto trouxe o conteúdo de Percepção de Risco com a prática para reconhecer sinais, comunicar desvios e evitar que situações aparentemente pequenas ganhem grandes proporções.

No encerramento, Samuel Bortolin, com a palestra “Sem Desculpas”, conduziu uma reflexão sobre atitude, disciplina e a decisão de não ignorar aquilo que precisa mudar.

Entre uma conversa e outra, a participação do público mostrou que segurança não se constrói apenas por procedimentos ou equipamentos. Ela ganha força quando cada pessoa se sente parte da solução, com atenção à própria rotina, abertura para o diálogo e responsabilidade compartilhada.

A SIPAT também foi um momento de encontro. Todos os colaboradores da Pinhalense estiveram no mesmo espaço, ouvindo, trocando experiências e reafirmando que prevenir é um trabalho coletivo.

Ao final, saímos com uma mensagem simples, mas essencial: riscar o risco do mapa é enxergar antes, comunicar no momento certo e agir juntos.

A 30ª SIPAT reforça uma cultura que não se encerra com o evento. Ela continua em cada área, processo e decisão da Pinhalense.

Porque ser Muito Mais que Máquinas é colocar as pessoas no centro de cada caminho que escolhemos construir.

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